Dimitri Carter
As palavras de Isabella ecoavam na minha mente como um eco cruel, repetindo-se sem trégua. Cada sílaba, cada palavra, estava em minha pele como uma lâmina afiada, reabrindo feridas que eu acreditava já estarem cicatrizadas. Que tolo. A dor nunca tinha me deixado, ela só estava adormecida, esperando o momento certo para ressurgir.
Sentei-me na poltrona de couro do meu escritório, uma garrafa de vinho já vazia ao meu lado, enquanto a segunda já estava sendo aberta. O líquido