Naquela noite, eu fiquei bêbada e foi Mateus quem me levou para casa. Ao descer do carro, ele me carregou nas costas enquanto eu ria sem parar, me recusando a entrar.
Ele acabou me carregando, pacientemente, pela rua particular do condomínio, enquanto me contava todas as coisas do nosso primeiro ano na faculdade, sobre o quanto ele era bom para mim. Eu não era de madeira, afinal, até que adormeci em suas costas.
Não me lembrava de como fui levada para dentro de casa e colocada no quarto, mas não