Eu não sabia se deveria atender. Era Daniel ligando.
Meu pai olhava para a minha expressão, como se estivesse examinando meu humor, e impotente, deslizei para atender o telefone. A voz do outro lado veio rapidamente:
- Estou no aeroporto, venha me buscar!
Mais uma ordem!
Eu estava sem palavras. Ele tinha assistentes e acompanhantes e ainda queria que eu fosse buscá-lo no aeroporto? Quem ele pensou que era? Eu era motorista ou empregada?
- Desculpe, tenho visitas em casa, não posso sair. - Recuse