Quando chamaram meu nome, levei um segundo pra perceber que era comigo.
— Ana Luiza? — a moça chamou de novo.
— Sou eu.
Levantei devagar, ajeitando a bolsa no ombro. Minha mãe levantou junto.
— Posso entrar com ela? — ela perguntou.
— Pode sim.
Entrei na sala com aquela sensação estranha no peito, como se alguma coisa fosse mudar ali dentro e eu ainda não tivesse pronta pra isso.
A sala era pequena, organizada. Tinha uma mesa com o computador ligado, duas cadeira de frente pra ela e, mais ao fun