Vanessa estava de pé na entrada do hospital, segurando o celular. Era o final de agosto, tinha acabado de chover e a manhã ainda estava um pouco fria. Ela vestia apenas um cardigã fino de tricô e, após algum tempo, começou a se sentir cansada, decidindo voltar para o quarto do hospital para esperar.
— Vanessa. — Quando estava prestes a sair, uma voz masculina clara e firme a chamou ao vento.
Instintivamente, Vanessa se virou e, antes que pudesse reagir, foi puxada para um abraço.
Mesmo através