Mundo de ficçãoIniciar sessãoDomingo amanheceu com a precisão de um relógio suíço.
O céu projetado na cúpula externa brilhava em um azul perfeito, sem uma única nuvem fora do padrão programado. Lisa sempre desconfiou daquela perfeição; para ela, o que não tinha falhas parecia mentira. Além daquela camada translúcida de gases e pixels, restava apenas o espaço: escuro, infinito e indiferente. A praça ficava dentro de uma cúpula agrícola adaptada, um oásis de bioengenharia no meio do aço. Grama sintética






