Mundo de ficçãoIniciar sessãoNaquela noite, o sono não veio de verdade. Veio em fragmentos. Pesado. Raso. Quebrado. Lisa virou de um lado para o outro no colchão estreito, o braço latejando sob o curativo, a pulseira nova, recém instalada, fria demais contra a pele.
Ela fechou os olhos e caiu, não em descanso, mas em memória. Não houve transição suave, nem aquela névoa confusa entre vigília e sono. Foi queda livre. Direta. Como se o corpo tivesse desligado e a mente continuado correndo sozinha.






