Juliano estava parado no corredor.
Os olhos vermelhos.
Cheios de raiva.
— A gente precisa conversar — disse ele, transtornado.
Eduarda tentou fechar a porta imediatamente.
— Some daqui, Juliano! Eu vou chamar a polícia!
Ela empurrava a porta com força, mas Juliano colocou o pé impedindo.
— Você acha que pode fazer isso comigo?!
Ele empurrou a porta com brutalidade e entrou.
Eduarda cambaleou alguns passos para trás.
— Você é minha, Eduarda!
O coração dela disparou.
— Você ficou louco de vez? —