Daniel ficou alguns segundos parado olhando para a porta fechada.
A respiração ainda pesada.
O silêncio no apartamento parecia estranho depois da confusão.
Ele passou a mão pelo supercílio machucado, fazendo uma careta leve de dor.
Então se virou imediatamente para Eduarda.
— Duda…
Ele se aproximou devagar.
— Você está bem?
Eduarda ainda tremia.
As lágrimas continuavam descendo pelo rosto.
Ela tentou responder, mas a voz saiu fraca.
— Estou…
Daniel levantou a mão com cuidado e começou a limpar