protegê-la.
Aquilo o pegou desprevenido.
Ele não sabia exatamente o que dizer.
Na verdade, nem sabia por que tinha ligado.
Eduarda inclinou levemente a cabeça.
— Ligou errado?
A pergunta veio leve. Quase divertida.
Ele negou com a cabeça.
— Não.
Mas o silêncio voltou por um instante.
Ele passou a mão pelo cabelo, buscando assunto.
— É… o vinho.
Ela sorriu de canto.
— É maravilhoso. Tive que comprar.
Ele soltou um riso baixo.
— Eu tenho bom gosto.
— Convencido.
A conversa começou a fluir devagar