Acordei com a sensação fria do diamante contra a minha pele, um contraste nítido com o calor do corpo de Pedro, que ainda dormia ao meu lado. Levei a mão ao pescoço, tocando a pequena rainha de xadrez. Não a tinha tirado para dormir. Duvidava que a tirasse tão cedo.
Era segunda-feira. O fim de semana de "pessoas normais" — de pipoca, jeans e sorvete — tinha terminado. A realidade batia à porta, mas pela primeira vez, não me sentia a entrar numa guerra sozinha.
Levantei-me devagar, tentando nã