— Gostosuras ou travessuras — dizia o menino sempre que alguém abria a porta de casa.
Ele estendia as mãos, segurando uma pequena cumbuca em forma de abóbora, onde as pessoas depositavam os doces.
— Quer um doce? — perguntou o garoto, puxando para trás o capuz que completava a fantasia. Seu rosto era redondo como o da mãe; a pele clara, salpicada por algumas sardas, e os olhos de um bonito tom de amêndoa, mais claros do que os de Samara.
Alana assentiu com a cabeça. O menino enfiou a mão dentro