A mulher que a atendeu na recepção voltou. Alana achou curioso o calçado que ela usava.
— Samara disse que pode atendê-la na hora do almoço — a mulher fez uma pausa para olhar o relógio no pulso; era um relógio de plástico preto que não combinava em nada com a roupa elegante que vestia — será em breve, você pode esperar ali — acrescentou, apontando para um sofá de couro branco próximo ao balcão. Parecia a sala de uma casa, uma casa elegante; diferente da de Samara, diferente do convento.
Alana