ANGELINA PETROV
— Eu não quero levantar...- digo deitada em seu peito com a voz rouca cheia de preguiça.
— Eu preciso trabalhar... - Ri mas usa o mesmo tom, apertando meu corpo. — Desde que voltou todos estão achando que estamos em cárcere privado porque só vivemos nesse quarto.
— Precisamos recuperar o tempo perdido...- estico os braços, me virando para deitar em seu braço, meu rosto próximo do seu.
Minha fala faz sua expressão mudar, e ele fica em silêncio.
— O que está pensando? - beijo seu