— Digo daqui. Do banheiro. Da parte feia.
Ele pareceu genuinamente ofendido.
— Sofia.
— O quê?
— Eu já vi homens abertos por balas. Acho que sobrevivo a enjoo.
— Isso foi péssimo.
— Não sou bom nisso.
— Está tentando.
— Sim.
Ela apoiou a testa no braço.
— Estou com medo de gostar demais de você nesses momentos.
Dante ficou imóvel.
— Por quê?
— Porque quando você é cuidadoso, eu esqueço que ainda estou brava.
Ele continuou passando a toalha em sua nuca.
— Pode gostar e continuar brava.
— Posso?