O ronco do motor cortou o silêncio da manhã quando o carro preto parou em frente à casa. O veículo imponente, com vidros escuros e brilho impecável, parecia um prenúncio do que estava por vir.
Sophia segurou firme a alça da pequena mala ao seu lado, sentindo o coração martelar dentro do peito. Era o momento em que tudo se tornava real.
Atrás dela, Hanna envolveu sua cintura em um abraço apertado.
— Vai demorar muito? — a garotinha murmurou, com a voz carregada de insegurança.
Sophia fechou os o