Desde que chegamos em casa, Kai não soltou Rubi dos braços. A pequena se aninhava nele com um carinho que derretia qualquer coração, recusando-se a desgrudar, mesmo com a hora do jantar se aproximando.
— Ela vai ter dificuldades em soltar — comentei com um sorriso.
— Ela só precisa do colo do papai, não é, minha princesa? — respondeu ele, animado, apertando-a contra o peito. Então, levantou os olhos para mim, o sorriso agora carregado de segundas intenções. — Quis passar o dia com ela por