Kai estava preso no quarto há muitas horas. A noite começava a cair, depois de dar banho em Rubi e vesti-la com seu pijaminha macio, decidi que era hora de ver como ele estava. Peguei minha bebê e fomos juntas até a porta do quarto. Dei duas batidas suaves antes de girar a maçaneta.
Ao abrir a porta, encontrei Kai sentado na cama, o rosto iluminado pela tela do tablet. Seu olhar estava perdido, concentrado em algo que não consegui identificar. Mas assim que percebeu nossa presença, colocou o