Mordi os lábios, tentando suprimir as sensações que tomavam conta do meu corpo, e sussurrei para ele:
— Bruno, hoje é o funeral da minha mãe.
Minhas mãos agarravam seus braços enquanto meu corpo tremia involuntariamente. Mas minha resistência só parecia deixar o homem à minha frente ainda mais insano.
Seus olhos, vermelhos de desejo, se fixavam no meu corpo, como se ele estivesse faminto há muito tempo, e a força com que ele me pressionava não deixava dúvidas de que ele não tinha intenção de se