Abaixei o olhar, me sentindo envergonhada.
Recuperei a calma e procurei a toalha para me cobrir novamente, apenas então senti um pouco de segurança no fundo do meu coração.
Bruno já havia chegado à porta nesse momento.
Eu o chamei:
— Você não tem medo que eu me vingue da Gisele por me tratar assim?
Bruno olhou para trás com um sorriso frio.
— Sra. Henriques, você nunca me sabia. — Eu o encarei, confusa, e ele continuou: — Quando o gato pega o rato, ele brinca com ele antes. Já viu um