Eu e Bruno voltamos para a Mansão à beira-mar, entrando pela porta em uma ordem bem definida, um atrás do outro.
Os empregados da casa perceberam imediatamente que o clima estava estranho, ao ponto de não se atreverem a respirar com força.
Eu me sentia um pouco tonta. No caminho de volta, Bruno tinha acelerado o carro sem nenhum cuidado, tudo por causa de uma única frase minha.
— Você sabe o que eu quis dizer.
Eu não queria mais pensar nisso. Fui direto para o quarto de Dayane descansar, enquan