Quando a porta do elevador se abriu, a única coisa que vi foi uma silhueta solitária e escura, sentada bem no centro do espaço vazio.
Bruno estava com os braços envolvendo os joelhos, a cabeça profundamente enterrada entre eles.
Se fosse qualquer outra pessoa naquela posição, eu teria certeza de que o homem estava chorando. Mas Bruno? Como ele poderia derramar lágrimas por causa de uma briga?
Do lado de fora, Rui já não estava em lugar algum. Eu não sabia se devia sair ou não. Hesitei por apenas