Estendi a mão e a apoiei no ombro de Bruno, incapaz de controlar o sorriso frio que se formava em meus lábios.
— Presidente Bruno, você realmente é onipresente. Eu não te convidei, mas você veio de maneira espontânea.
— Quando quero ir a algum lugar, ninguém pode me impedir.
Bruno respondeu, seus olhos deslizavam sobre mim de cima para baixo, até que pararam em algum ponto, com um olhar carregado de significados.
Seu olhar era tão descarado que não pude evitar levantar a mão, tentando bloque