Bruno levantou os olhos e, seguindo meu olhar, olhou para fora da janela do carro.
Este lugar não era estranho para nenhum de nós.
Já estivemos aqui duas vezes, e hoje, ao voltar, seria a terceira.
Ele deu um pequeno sobressalto, seu corpo tremendo visivelmente, e, de forma instintiva, tentou dar partida no carro, querendo fugir dali, agitado.
Eu rapidamente segurei sua mão.
Eu temia que ele acelerasse de novo, temia que eu e o bebê que carregava em meu ventre morrêssemos de verdade.
Levantei os