As palavras de Bruno, como uma pedra gigantesca, caíram em um lago calmo, causando ondas no meu coração. Seu olhar era suave e sincero. Levantei a mão e cobri seus olhos, depositando um leve beijo em seus lábios.
Se eu não tivesse passado por todas aquelas coisas, talvez eu me emocionasse. Mas agora...
Era tarde demais.
Quando Bruno afastou minha mão, eu já havia recomposto minha expressão.
Sorri para ele.
— Um mundo só nosso... seria bom.
Bruno disse suavemente:
— Vamos comer. Depois do almoço,