Joguei-me na cama como se fosse um cadáver, sentindo que, com a presença de Bruno, o ar naquele quarto já pequeno se tornava escasso.
Exausta, não tinha forças nem para falar. Bruno, pensando que eu estava doente, tentou me pegar no colo. Eu não consegui escapar e, sem alternativa, apenas disse:
— Não me toque. Deixe-me dormir um pouco.
Ir ao hospital seria a melhor opção, mas isso significava que Bruno poderia descobrir que eu estava grávida.
Eu jamais lhe daria essa chance.
Bruno fal