— Ana. — Eu estava prestes a sair quando uma voz masculina de repente me chamou. Mesmo sem me virar, eu sabia exatamente de quem era aquela voz.
Olhei para a porta próxima de mim, suspirei profundamente e, com um sorriso no rosto, me virei.
— Nelson.
Eu não esperava encontrar Nelson aqui. Afinal, ele já tinha sofrido bastante por minha causa. Eu lhe devia isso.
Repeti a mesma pergunta que fiz a Kevin:
— Você está bem?
Ele apertou os lábios. O homem, vestido com seu uniforme, parecia forte