Capítulo vinte e um
O relógio de parede marcava seis da tarde e alguns minutos. Havia barulho por todo lado, apesar dos adultos tentarem apaziguar a energia das crianças. Tânia era a responsável por uma das turmas, a que Pedro fazia parte, para ser mais exato. Todos com idade similar: dos 5 aos 8 anos. Às vezes, Pedro parava para observar a mulher e lembrava dos dias que enrolava o cabelo dela nos dedos e às vezes até cheirava, mas há um bom tempo não repetia, parecia “criança demais” para ele. Tânia nunca reclamou