Hugo Furquim
O gosto metálico de sangue ainda impregnava minha boca. Era meio-dia do dia seguinte, mas sentia como se não dormisse havia semanas. O mundo inteiro cheirava a pólvora, gasolina queimada e pela morte que parecia estar sentada no banco de trás do carro.
Jacques estava completamente obcecado.
Mesmo depois de tudo o que havia acontecido durante a madrugada. Enfrentamos uma perseguição infernal, deixando corpos espalhados pela estrada e a porra de uma motoqueira suicida que arremessou