77. Ele não está aqui
Branca
André estava sentado ao lado da cama, os braços cruzados, o maxilar tenso.
“Você pode ir para a minha casa se quiser”, disse. “Ficar lá até se recuperar. Eu ajudo com a mamãe. O Cássio mesmo disse que ela não está sendo razoável.”
Soltei um riso curto, sem humor.
“Algum dia ela foi?”
Ele suspirou.
“Branca, a gente só está preocupado com você.” Passou a mão pelo rosto. “Olha pra você. De novo num hospital. De novo machucada. E tudo isso porque insiste em ficar na casa do Ravelli.”
O nome