48. Estou ferrado
Branca
Ele me jogou na cama com uma força controlada, o colchão afundando sob meu peso enquanto eu quicava levemente, o ar saindo dos pulmões em um suspiro surpreso. Cássio ficou de pé na beira da cama por um segundo, só me olhando. Os olhos dele eram puro fogo, escuros, famintos, possessivos. Ele tirou a camisa devagar, botão por botão, revelando o peito largo, os músculos definidos que eu já conhecia, mas que ainda me deixavam sem fôlego toda vez. A luz fraca do abajur jogava sombras nos cont