259. Sempre chegando
Laís
André segurou minha mão quando saímos do consultório.
Não falou nada. Só pegou minha mão e ficou assim, e eu deixei, porque algumas coisas não precisam de palavra para serem ditas.
Descemos até o carro com o Felipe entre nós dois, e o sol lá fora estava daquele jeito de fim de manhã que não é forte demais, só presente. Eu fiquei olhando para a rua por um segundo antes de entrar no carro, respirando o ar diferente do lado de dentro do consultório, sentindo alguma coisa que estava represada