Aelyn
A sala dos Bayrons parecia pequena demais para tanta felicidade.
Todos falavam ao mesmo tempo, riam, choravam e se abraçavam. Mamãe ainda soluçava baixinho, repetindo o nome “Pedro” como se precisasse ouvir várias vezes para acreditar. Papai me apertava contra o peito, a mão grande tremendo nas minhas costas. Laís e André nos abraçavam alternadamente, os olhos vermelhos de emoção. Serena e Sophia pulavam como crianças, já discutindo nomes de titias e quem ia comprar o maior ursinho de pel