32. Para onde eu vou

Branca

Esperei.

Não sei exatamente o quê, mas esperei.

Talvez uma palavra do Cássio. Talvez um gesto. Talvez uma confirmação de que eu ainda existia ali, depois de tudo o que tinha sido exposto, arrancado, jogado sobre a mesa como provas de um crime que eu nunca quis cometer.

O silêncio pesava.

Então André se intrometeu.

"Irmã, não é hora de pensar no que ele quer." A voz dele saiu firme demais, carregada de medo. "Você tem que sumir. Agora. Se a Clara estiver envolvida com o Jonathan, ele já s
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