33. Nosso acordo
Branca
André ainda tentou uma última vez.
"Você não precisa provar nada pra ninguém", ele disse, a voz mais baixa agora, cansada. "A gente pode ir. Eu arrumo um lugar, outro país se for preciso. Você não tem que ficar aqui por causa de ninguém."
Balancei a cabeça devagar.
"Eu sei que você pode, irmão." Engoli em seco. "Mas não vou."
Ele me encarou como se estivesse diante de alguém que não reconhecia mais.
"Você sempre foi teimosa", murmurou. "Mas isso aqui não é teimosia. É burrice."
"Eu sei t