“Tomás Monterrey”
Eu entrei na casa do Martim, mas estava tudo tão silencioso e quieto que eu até estranhei, nos últimos dias essa casa andava uma loucura. Mas hoje eu tive que ir até a agência e passei o dia por lá.
- Oi, Phina, como é que você está, meu amor? – Eu me aproximei da governanta na cozinha e a abracei.
- Bem, querido! E você, como foi o trabalho? Quer que eu te prepare um lanche? – Ela ofereceu.
- Foi tudo bem e não, obrigado, mas eu não estou com fome. Cadê todo mundo?
- Seus irm