Quando finalmente Victor desligou a ligação, ele me encarou com aquele olhar sério.
— E então, Clara, como está o seu dente? — ele perguntou.
Respirei aliviada por ele não ter tocado no meu atraso e no incidente com a xícara.
— Ah, está ótimo, senhor! Bem firme e colado — respondi, tentando sorrir. Mas, ao ver sua expressão impassível, senti meu rosto queimar de vergonha.
— Fico feliz em ouvir isso — ele disse, em um tom calmo. — Mas, ainda assim, acho justo que eu pague o seu tratamento. Aquil