Edward então, levantou-se da cadeira com reverência. Não era para partir, mas para atender ao chamado silencioso de seu coração.
O olhar sereno que lançava a Celeste atravessava a superfície, alcançando algo mais profundo.
Ele estendeu a mão, firme e gentil. Celeste, hesitante, pousou seus dedos sobre os dele com suavidade.
Ao se erguer, sua postura revelava graça, embora o leve tremor em suas mãos denunciasse a batalha íntima entre medo e desejo.
O silêncio ao redor parecia se expandir.