O silêncio que se seguiu foi cortante, como uma lâmina invisível atravessando o ar pesado.
Júlia, com sua expressão dura de quem domina o terreno, descruzou os braços devagar, cada gesto era calculado, como se saboreasse o poder que emanava de sua postura.
Melissa e Roberto lado a lado, com os olhos brilhando em malícia, ainda sustentavam o mesmo sorriso perverso de canto, como predadores diante da presa enfraquecida.
A voz tenebrosa de Júlia quebrou o silêncio, carregada de escárnio:
— Exa