Mundo de ficçãoIniciar sessão• LOURENZO •
Saí do escritório do meu pai com o som das suas exigências ainda a ecoar-me nos ouvidos. Francisco Villar não conversa, ele debita diretrizes, cada uma delas desenhada para testar a minha paciência ou a minha lealdade ao império. Mas a minha mente já não estava nos gráficos de expansão. Entrei no meu quarto, um espaço de linhas cinzentas, vidro e uma ordem quase obsessiva que eu próprio impus para calar o caos da minha família, e fechei a porta. O silêncio era o meu único a






