Mundo de ficçãoIniciar sessão• LYA •
Saí da casa de banho a inspirar fundo, forçando o ar a entrar nos pulmões num ritmo controlado. Não havia lágrimas, apenas uma raiva fria e uma sensação de exaustão súbita que me pesava nos ombros. Eu sabia que o Lourenzo continuava lá dentro, imóvel no cubículo, cumprindo o pedido silencioso que eu lhe fizera. Saber que ele tinha ouvido cada insulto, cada palavra calculada que a Alice usou para me reduzir a um "gráfico de lucros", deixava-me um sabor amargo na boca.P






