Mundo de ficçãoIniciar sessãoO domingo em Sintra costuma ser o meu dia de silêncio absoluto, mas este domingo tinha o ritmo de um batimento cardíaco acelerado. As palavras do Lourenzo na serra, “Quero ver se consegues trazer este verde para o papel”, funcionaram como um gatilho. Eu não conseguia estar sentada a ler um livro ou a ver uma série. Cada vez que fechava os olhos, via a névoa, o musgo húmido nas pedras e o olhar dele, desafiando a minha competência.
Por volta das dez da manhã, não aguentei mais. Peguei nas






