O ronco do motor V8 era o único som que competia com a respiração errática de Mariane no silêncio tenso do habitáculo blindado. Atrás deles, o Palácio Blackwood ainda fumegava, um monumento à arrogância de Marcus que agora servia apenas como um farol de ódio. Mariane olhou para as próprias mãos; as marcas das algemas de prata estavam desaparecendo sob o brilho suave de sua cura, mas a imagem de Killian a arrastando pelo chão diante do pai ainda ardia em sua mente.
“Eu sei que foi teatro,” ela