O corredor parecia silencioso demais.
Perigoso demais.
Eu andava na frente.
Nathan atrás.
E aquilo já era estranho por si só.
Porque normalmente ele passava na frente.
Controlando tudo.
O espaço.
O ritmo.
O ar.
Mas agora?
Silêncio.
E eu conseguia sentir ele pensando.
O que era pior.
Muito pior.
Entramos no quarto.
Nosso quarto.
Não.
O quarto.
Temporário.
Compartilhado.
Psicologicamente traumático.
Fechei a porta devagar.
E imediatamente percebi o problema.
A cama.
Gran