Minha respiração falhou outra vez, porque a verdade era simples.
Naquele momento parecia impossível acreditar que Rafael Barcellos pudesse olhar para qualquer outra pessoa além de mim.
— Não vai responder? — ele perguntou olhando intensamente para mim.
— Ao que tudo indica… não. — consegui responder.
A resposta claramente não pareceu satisfatória para ele, porque a incerteza ainda existia ali. Talvez dos dois lados.
Mas antes que Rafael dissesse qualquer coisa, fui eu quem segurou a camisa dele