Cap 152. A despedida
Três meses haviam se passado desde a confissão de Augusto.
A rotina de Marcelo se arrastava entre o trabalho, as visitas semanais à prisão e as noites em que ele ficava acordado olhando o teto da mansão. O julgamento ainda não tinha data marcada. Augusto permanecia preso preventivamente, em cela individual, graças à influência que Marcelo conseguia exercer. O tumor no cérebro avançava sem piedade. Os médicos da penitenciária avisavam, a cada relatório, que o quadro piorava.
Naquela manhã de