— Pega, tia. É seu.
Sorri ao receber o pratinho das mãos de Luizinho. Abaixei-me diante dele, passei a mão por seus cabelos e o abracei com carinho, depositando um beijo demorado no topo de sua cabeça. Não sabia explicar o motivo, mas toda vez que encontrava aquele menino sentia algo diferente, uma paz misturada com uma dor difícil de colocar em palavras.
Desde que descobri que meu filho estava vivo, qualquer criança da idade que imaginava que ele tivesse fazia meu coração apertar, mas Luizinho