A mansão estava em silêncio.
Mas não era um silêncio tranquilo.
Era pesado.
Carregado.
Como se algo estivesse prestes a acontecer a qualquer momento.
Helena caminhava de um lado para o outro no quarto.
Os braços cruzados.
A mente acelerada.
— Isso não faz sentido… — murmurou.
A imagem não saía da cabeça.
O carro.
A perseguição.
O grito.
“Não deixa ele fugir!”
Ela parou de repente.
Levando a mão à cabeça.
— Quem estava fugindo…?
A pergunta ficou no ar.
Sem resposta.
Ainda.
A p