Rebecca escolheu branco naquela manhã. Não por inocência — havia muito tempo que havia parado de se preocupar com inocência, que havia entendido que inocência era um privilégio de quem tinha outras coisas para oferecer além do próprio esforço. Branco por estratégia. Por impacto. Por aquela mensagem específica que a cor comunicava antes que qualquer palavra precisasse ser dita — não me afeto, não recuo, continuo.
Havia chegado ao escritório com aquela confiança que havia sido desenvolvida ao lon