O ar na mansão era sufocante, como se cada respiração minha carregasse o peso do medo que me consumia. Eu estava sentada no sofá da sala, as mãos trêmulas apertando o bebê que se agitava, como se sentisse o desespero que eu tentava esconder. A camisa de William estava dobrada ao meu lado, um lembrete cruel de que ele não estava aqui e cada segundo sem notícias era uma facada no meu coração.
— Alguma coisa, Brian? — perguntei me levantando e segurando as mãos de Jenny.
Minhas pernas pareciam de